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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Águas residuais podem ser fonte de energia

Revela um novo estudo que as águas residuais resultantes da utilização doméstica, até agora vistas como desperdício, são mais ricas em energia do que inicialmente se pensava. Esta descoberta abre toda uma discussão sobre o potencial de aproveitamento energético nas ETAR (Estações de Tratamento de Águas Residuais), uma vez que os compostos orgânicos existentes nas águas residuais possuem (nas suas ligações químicas) entre 7,6 a 20% mais de energia do que anteriores estudos revelavam. Descobrir a forma mais eficiente de retirar essa energia das águas em tratamento é o próximo passo.


Toda a notícia aqui

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terça-feira, 13 de julho de 2010

Redução de 95% das emissões pode ser alcançável em 2050


Segundo o relatório "(R)evolução Energética: Na direcção de um abastecimento de energia totalmente renovável", um estudo levado a cabo pela Greenpeace e pelo Conselho Europeu das Energias Renováveis, concluiu-se que é possível que, em 2050, 92% da energia consumida na UE tenha origem renovável sem que existam mudanças significativas no modelo de vida actual.
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Para isso teriam de ser tomadas medidas «amigas do ambiente» (implicando um investimento de 2 triliões de euros) que permitiriam cortes nas emissões de CO2 na ordem dos 95% em relação a 1990.
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a notícia toda aqui

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Os 8 Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ONU)

Erradicar a pobreza extrema e a fome.
Alcançar a educação primária universal.
Promover a igualdade do género e empoderar as mulheres.
Reduzir a mortalidade infantil.
Melhorar a saúde materna.
Combater o HIV/sida, a malária e outras doenças.
Assegurar a sustentabilidade ambiental.
Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento.



Site oficial em Portugal: Objectivo 2015

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Escolas recebem kits pedagógicos para o ensino da sustentabilidade

A organização não governamental Oikos vai distribuir 2 mil kits pedagógicos nas escolas portuguesas, com o objectivo de sensibilizar os alunos para o conceito de sustentabilidade.


Segundo a Agência Lusa, os primeiros kits foram distribuídos ontem a 150 professores.

«A ideia é entusiasmar alunos e professores para os oito Objectivos do Milénio e perceberem como seria tão importante chegar a 2015 com a missão quase cumprida», comentou Cristina Peixinho, coordenadora da Educação da Oikos. «São os actuais jovens que dentro de pouco tempo vão tomar as decisões que gostaríamos que fossem condizentes com os objectivos», acrescentou.

Os kits incluem jogos, simulações, fichas de trabalho e DVDs, adaptados a cada nível de ensino. Mil kits serão distribuídos pelos 1º e 2º ciclos e os outros mil ao 3º ciclo e secundário. Vão ainda ser distribuídos mais 2 mil kits a empresas e autarquias.

Esta iniciativa é apoiada pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento e fortemente aplaudida pelo Econsciência.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Este Sábado: mega-concentração contra a pobreza, no Museu da Electricidade








Este Sábado, 17 de Outubro, comemora-se o Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza.


Para assinalar este dia, a campanha Pobreza Zero está a organizar uma concentração no Museu da Electricidade, em Lisboa, a partir das 10:00.

No âmbito do projecto "Levanta-te e Actua", que conta com apoio da Oikos, a iniciativa contará para o Guinness World Records, na tentativa de quebrar o record mundial do maior número de pessoas que se levantam por uma causa.

No entanto, segundo comunicado da organização, o objectivo não é simplesmente contar para um record, mas sim mobilizar a sociedade civil. Atrair atenções, alertar consciências, manifestar que estamos contra os números que não param de aumentar: mais de 50 mil pessoas morrem de pobreza extrema diariamente!
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A meta será exigir que os governos cumpram com as promessas de acabar com a pobreza extrema e que se alcancem os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) até 2015.
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Clique aqui para saber mais.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

AUCHAN protege espécies de tubarão ameaçadas

Os hipermercados do Grupo AUCHAN cancelaram a venda de todo e qualquer tipo de peixe da família dos tubarões que se encontre ameaçado de extinção, seja no balcão de frescos, em enlatados ou em conservas. É o primeiro grupo internacional a implementar este tipo de medida e em todos os países onde possui superfícies de venda. Esta medida insere-se na política de comercialização responsável que a empresa procura seguir doravante relativamente aos recursos oceânicos. A AUCHAN tornou-se assim, na primeira empresa de distruibuição moderna em Portugal (e a segunda no mundo) a obter a certificação em responsabilidade social (Norma SA 8000).
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Fonte: Jornal Oje 13/10/09

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domingo, 13 de setembro de 2009

Dinamarca na vanguarda da tranformação de lixo em energia

A central de Vestforbraending na Dinamaraca é a maior central de reaproveitamento de lixos do mundo. Nela são queimadas, por hora, 35 toneladas de lixo, que alimentam o consumo energético em aquecimento de centenas de milhares de casas no país.
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Ao todo são 80 mil casas (865 mil habitantes) do país que usufruem da energia produzida, sem que se descure a eficiência energética e sem poluir.
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Tudo é controlado ao milímetro no que concerne a organização dos processos de produção e a eficiência energética dos aparelhos, que são fiscalizados com grande frequência para que se garanta a qualidade.
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Quanto aos resíduos do lixo: depois de lavar os desperdícios, a água é usada para aquecer 15 mil lares e até o CO2 do processo é reaproveitado para alimentar as turbinas. Nada se desperdiça em Vestforbraending.
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nota: para mais informação ver edição do DN de 13 de setembro 2009.

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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Comissão Europeia adopta modelo de Plano Estratégico Nacional para as Energias Renováveis

Foi adoptado o modelo que os diferentes países membros da União Europeia terão de seguir na elaboração do seu Plano Estratégico Nacional para as Energias Renováveis, que terá de ser apresentado até 30 de Junho de 2010.
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Este documento explicitará as estratégias delineadas para incorporar a energia proveniente de fontes renováveis em sectores como os transportes, a electricidade, o aquecimento e o arrefecimento em 2020, tendo em conta as políticas de eficiência energética e de forma a cumprir as metas nacionais estabelecidas.
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Notícia completa aqui

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Pegada de Carbono (um conceito para a sustentabilidade)

Na mesma medida da pegada ecológica, a pegada de carbono mede a quantidade de dióxido de carbono (CO2) que nós produzimos no curso das nossas vidas diárias, por exemplo: a utilização de um transporte colectivo ou privado para o trabalho, a utilização de computadores, o consumo de produtos orgânicos e não orgânicos, cozinhar uma refeição, etc. Todas estas actividades utilizam combustíveis fósseis, como o petróleo, carvão e gás.
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Quando combustíveis fósseis são queimados, eles emitem Gases de Efeito de Estufa (GEE), como o CO2, que contribuem para o aquecimento global e, por conseguinte, para a degradação do equilíbrio ecológico do planeta. 98% do CO2 presente na atmosfera é proveniente da queima de combustíveis fósseis para a realização das actividades humanas.
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É importante percebermos a quantidade de carbono que resulta da nossa acção, para que possamos ser energeticamente mais eficientes e menos poluentes pela redução das nossas emissões de carbono.
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O cálculo da Pegada de Carbono é muito útil antes de começar um "dieta energética". A nossa Pegada corresponde a um valor - regra geral a emissão mensal ou anual de CO2 medido em toneladas. Existem sites com calculadoras para as emissões de carbono (ver abaixo), que através de perguntas simples, convertem a nossa actividade quotidiana (electricidade consumida, gás, kilómetros percorridos, etc) em toneladas de carbono. Existem já empresas que nos rótulos dos seus produtos incluem a Pegada de Carbono associada à produção desse produto, de forma a que as pessoas que controlam as suas emissões de carbono o possam fazer da melhor maneira.
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Pretende-se percorrer um caminho em direcção à neutralidade do Carbono, o que se conseguirá através da redução da Pegada de Carbono, mas também através da compensação ou neutralização do carbono, assunto ao qual será dedicado um outro post.
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Calculadora da Pegada de Carbono

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

A Pegada Ecológica (um conceito que devemos saber)

A pegada ecológica é uma medida/estimativa que foi criada para medir a exigência da actividade humana de uma pessoa, região ou país sobre os ecossistemas, ou seja, o planeta Terra. Obtém-se aferindo a quantidade de Planeta Terra (medida em hectares globais) que uma pessoa ou população necessita para produzir os recursos que consome e absorver o lixo que produz.
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A Pegada Ecológica, para que os ecossistemas se mantenham em equilíbrio, deve ser igual ou inferior à biocapacidade (capacidade de produção de novos recursos e de absorção de lixos) do Planeta/região.
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Por exemplo, se a biocapacidade de um país é de 2.3 hectares globais, quer dizer que em termos médios a sua população não pode usar mais do que essa quantidade de Planeta para produzir os recursos que consome e para dissipar os lixos que produz. Se a pegada ecológica é desse mesmo país é de 3.5, então esse país apresenta um deficit de 1.2 hectares globais, o que quer dizer que o equilíbrio do país é insustentável. O país não vai ter recursos para as gerações seguintes.
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Em 2008, a pegada ecológica do mundo inteiro (em termos médios) era de 2.7 hectares globais e a biocapacidade do planeta é de 2.1. Existe um deficit de 0.6, o que quer dizer que estamos a gastar 1.4 planetas Terra com o nosso modo de vida. Com os actuais níveis de consumo e de produção de lixos, com a actual biocapacidade do Planeta. A vida dentro de 1 ou 2 centenas de anos estará seriamente comprometida. É por isso necessário conhecer os nossos consumos e as implicações energéticas da sua produção, (re)ordenar os nossos gastos energéticos e a nossa produção de resíduos e pensar políticas para o aumento da biocapacidade dos países. Este trabalho, não é apenas dos Governos, é um trabalho da sociedade civil. É um trabalho nosso enquanto cidadãos.
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Mais informação em: www.footprintnetwork.org

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