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terça-feira, 13 de julho de 2010

Mais um bloco de gelo a desprender-se...

Um bloco de gelo de 7km2, equivalente à ilha de Manhattan (ou mais de 3 vezes o tamanho do Mónaco), desprendeu-se do glaciar Jakobshavn Isbrae, na Gronelândia. Bastaram dois dias para que tal acontecesse.

No dia 6 de Julho abriram-se as primeiras fissuras e no dia seguinte, pela manhã, o bloco de gelo desprendeu-se totalmente, recuando a linha do glaciar em 1,5km. Na última década, este glaciar já recuou 10km.

Imagens e informação aqui.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Fundo da Linha

Desde o dia 16 de Outubro que a Greenpeace está na estrada para sensibilizar consumidores para as ameaças que os ecossistemas vulneráveis em alto mar enfrentam e pressionar os retalhistas a tomar a liderança e parar de comercializar espécies de peixe de profundidade. Estas grandes empresas têm o dever de garantir aos seus consumidores a sustentabilidade de todo o peixe que vendem e de não encorajar a destruição dos últimos refúgios de vida marinha do planeta.

Já em Novembro, a Assembleia Geral das Nações Unidas vai voltar a abordar a questão da pesca de profundidade em águas internacionais, decidindo os próximos passos relativamente à implementação da resolução 61/105. Esta resolução pede a tomada de medidas imediatas que administrem os stocks de peixe de maneira sustentável e que protejam os ecossistemas marinhos vulneráveis de práticas de pesca destrutivas.

Como forma de alertar para a destruição causada por este tipo de pesca, o Econsciência junta-se à Greenpeace e divulga o vídeo O Fundo da Linha . Este vídeo conta com o apoio de Sigourney Weaver e insta os governos de todo o mundo a adoptar medidas concretas e urgentes para defender a vida marinha que se esconde nas profundezas dos oceanos.


Fonte: Greenpeace

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sábado, 18 de julho de 2009

Abelha: um elemento-chave em perigo

O sinal de alarme surgiu em 2007: as abelhas estão a desaparecer. As estatísticas indicam que nos EUA, a segunda maior potência da apicultura logo a seguir à China,
mais de 60% das populações de abelhas desapareceram, nos últimos 40 anos. Na Europa, os números são igualmente alarmantes, em países como Itália, Bélgica, Alemanha, Espanha, Grécia, Suíça, Polónia e Croácia.

A causa directa deste flagelo é ainda desconhecida, mas vários factores têm sido apontados como sendo co-responsáveis: o aparecimento de uma nova doença, a varroose (considerada a “sida das abelhas”, sendo provocada por um ácaro, a varroa, que enfraquece o sistema imunitário do insecto); o envenenamento por pesticidas, usados indiscriminadamente; a sobreprodução; e os efeitos da poluição.

Algumas medidas começam a ser tomadas, para combater este desastre ambiental: nos EUA, o Congresso aprovou um plano de emergência semelhante ao aplicado em tempo de guerra ou crise económica; em França foi proibido o uso do pesticida Fipronil; em Espanha, uma equipa de universitários de Córdoba desenvolveu um processo de inseminação de abelhas-rainha, dando origem a abelhas fortificadas e mais resistentes aos ácaros.

O impacto do desaparecimento das abelhas no nosso ecossistema seria avassalador, já que este é o insecto polinizador por excelência, dele estando dependente uma vasta cadeia de espécies vegetais e animais, incluindo o ser humano. Como disse Einstein, "quando as abelhas desaparecerem da face da Terra, o homem terá apenas quatro anos de vida."


Fontes:

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Uma nova espécie em perigo

«O primeiro animal incluído na lista de espécies ameaçadas devido às alterações climáticas foi o urso-polar. O próximo poderá ser a pika-americana. Este primo do coelho passa o Verão correndo em campos de seixos no topo das montanhas, recolhendo plantas para as suas refeições de Inverno e agachando-se atrás das rochas para se esconder de águias e doninhas.
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No entanto, o pêlo espesso que permite a estes animais suportar o frio pode também provocar a morte, sobretudo se forem expostos a temperaturas de 27º C. À medida que o calor aumenta, as pikas estão a ficar presas naquilo a que os cientistas chamam "ilhas no céu". Não podem descer em busca de ares mais frescos porque os vales são demasiado quentes para atravessar. A subida da montanha também não é uma boa ideia, porque poderão não encontrar vegetação suficiente. As pikas já desapareceram de alguns territórios.»
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Helen Fields para a National Geographic, Janeiro 2009

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