segunda-feira, 15 de junho de 2009

Cumprir Quioto.pt

No passado dia 5 de Junho, o Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional lançou o site Cumprir Quioto.pt. Este é um sistema de informação que visa avaliar o estado de Portugal no cumprimento do Protocolo de Quioto.

Segundo o comunicado de imprensa emitido pelo Ministério do Ambiente, este sistema permite «avaliar a necessidade de reforço atempado das políticas e medidas de combate às alterações climáticas», bem como «o ajustamento da dotação financeira do Fundo Português de Carbono, de forma a garantir o cumprimento dos objectivos nacionais em matéria de alterações climáticas.»

Com este instrumento, pretende-se reforçar «a participação e a responsabilização dos sectores no cumprimento dos objectivos nacionais em matéria de alterações climáticas» e promover, em simultâneo, a comunicação ao público dos progressos alcançados nesta matéria.

De acordo com o novo site, estima-se actualmente que Portugal esteja 5% acima da quantidade que lhe foi atribuída, no período de cumprimento do Protocolo de Quioto (2008-2012), o que equivale à emissão de mais 19,91 Mt de CO2 do que o tecto estabelecido.

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

A alternativa aos detergentes poluentes

Um dos factores que mais contribui para a poluição da água é o uso de detergentes.
Recorremos diariamente a estes produtos, sem nos darmos conta das consequências. A sua composição química, que mistura fosfatos, surfactantes, lixívia, branqueadores, conservantes, corantes, perfumes e desengordurantes (todos eles produzidos a partir do petróleo), pode tornar a limpeza eficaz. Contudo, é altamente contaminadora para as águas dos rios, afectando os seus ecossistemas.
Hoje em dia, temos soluções à nossa disposição, que tornem os nossos hábitos de higiene mais sustentáveis - e responsáveis. Damos aqui alguns exemplos:

Ecover

Marca pioneira de detergentes amigos do ambiente, a Ecover tem à disposição uma gama de produtos que não contêm fosfatos nem quaisquer substâncias derivadas do petróleo, sendo compostos por ingredientes naturais. São mais caros que os detergentes comuns. Mas prefere gastar menos e matar a sua água?...




Eco Bola (Öko Ball)

Inventada no Japão e na Coreia e presente no mercado há dois anos, a Eco Bola é simplesmente revolucionária: no seu interior estão pequenas bolas de cerâmica que, quando em contacto com a água, produzem oxigénio ionizado. Este irá transformar a estrutura molecular da água que, combinado com o movimento das bolas, actua em profundidade nos tecidos da roupa, favorecendo a eliminação da sujidade e contaminantes... sem necessidade de detergente! Cada Eco-bola tem uma duração de cerca de 1100 lavagens, o que corresponde a três anos de utilização diária. Três anos, sem contaminar a água.
A Eco Bola foi votada pelo jornal The Independent como um dos 10 melhores produtos de limpeza ecológicos. Leia aqui o testemunho de um jornalista da BBC, que testou a sua eficácia.

Saiba mais sobre estes produtos em
http://www.ecover.com/
http://www.okoball.com/

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

A Pegada Ecológica (um conceito que devemos saber)

A pegada ecológica é uma medida/estimativa que foi criada para medir a exigência da actividade humana de uma pessoa, região ou país sobre os ecossistemas, ou seja, o planeta Terra. Obtém-se aferindo a quantidade de Planeta Terra (medida em hectares globais) que uma pessoa ou população necessita para produzir os recursos que consome e absorver o lixo que produz.
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A Pegada Ecológica, para que os ecossistemas se mantenham em equilíbrio, deve ser igual ou inferior à biocapacidade (capacidade de produção de novos recursos e de absorção de lixos) do Planeta/região.
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Por exemplo, se a biocapacidade de um país é de 2.3 hectares globais, quer dizer que em termos médios a sua população não pode usar mais do que essa quantidade de Planeta para produzir os recursos que consome e para dissipar os lixos que produz. Se a pegada ecológica é desse mesmo país é de 3.5, então esse país apresenta um deficit de 1.2 hectares globais, o que quer dizer que o equilíbrio do país é insustentável. O país não vai ter recursos para as gerações seguintes.
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Em 2008, a pegada ecológica do mundo inteiro (em termos médios) era de 2.7 hectares globais e a biocapacidade do planeta é de 2.1. Existe um deficit de 0.6, o que quer dizer que estamos a gastar 1.4 planetas Terra com o nosso modo de vida. Com os actuais níveis de consumo e de produção de lixos, com a actual biocapacidade do Planeta. A vida dentro de 1 ou 2 centenas de anos estará seriamente comprometida. É por isso necessário conhecer os nossos consumos e as implicações energéticas da sua produção, (re)ordenar os nossos gastos energéticos e a nossa produção de resíduos e pensar políticas para o aumento da biocapacidade dos países. Este trabalho, não é apenas dos Governos, é um trabalho da sociedade civil. É um trabalho nosso enquanto cidadãos.
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Mais informação em: www.footprintnetwork.org

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sábado, 6 de junho de 2009

Água: aproveitamento e reciclagem à nossa mão

Os sistemas de aproveitamento da água das chuvas e de reciclagem de "águas cinzentas" (águas de uso doméstico) são agora mais acessíveis.
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Empresas como a Ecoágua ou a Graf disponibilizam no mercado uma diversidade de produtos para esse fim, também disponíveis em grandes superfícies como o AKI, o BricoMarché ou o Maxmat.
Fonte: Quercus

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

5 de Julho: Dia Mundial do Ambiente

Entre as várias celebrações que decorrem hoje, destacamos a estreia mundial do documentário "Home - O Mundo é a Nossa Casa".

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ONU em conversações sobre aquecimento global (Bona, Alemanha)

Na passada 2ª feira, dia 1 de Junho, tiveram início em Bona, Alemanha, as negociações das Nações Unidas sobre clima e aquecimento global, com o propósito de preparar o novo protocolo que substituirá o de Quioto, em 2012.
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As reuniões decorrem até 12 de Junho e contam com a participação de 170 países e 3 mil participantes, que farão a primeira revisão dos textos até agora produzidos para o acordo, a ser fechado em Dezembro deste ano, em Copenhaga.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Uma nova espécie em perigo

«O primeiro animal incluído na lista de espécies ameaçadas devido às alterações climáticas foi o urso-polar. O próximo poderá ser a pika-americana. Este primo do coelho passa o Verão correndo em campos de seixos no topo das montanhas, recolhendo plantas para as suas refeições de Inverno e agachando-se atrás das rochas para se esconder de águias e doninhas.
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No entanto, o pêlo espesso que permite a estes animais suportar o frio pode também provocar a morte, sobretudo se forem expostos a temperaturas de 27º C. À medida que o calor aumenta, as pikas estão a ficar presas naquilo a que os cientistas chamam "ilhas no céu". Não podem descer em busca de ares mais frescos porque os vales são demasiado quentes para atravessar. A subida da montanha também não é uma boa ideia, porque poderão não encontrar vegetação suficiente. As pikas já desapareceram de alguns territórios.»
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Helen Fields para a National Geographic, Janeiro 2009

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